O sistema de fidelidade funciona como um cartão digital de relacionamento entre uma empresa e um cliente específico. Ele não é uma campanha aberta para todos os usuários do app.
Quem cria
A empresa cria uma campanha de fidelidade no painel dela.
Exemplo:
- “A cada 10 cortes, ganhe 1 hidratação”
- “A cada 5 compras acima de R$ 50, ganhe 1 brinde”
- “Complete 4 sessões e ganhe 20% de desconto”
Quem enxerga
O cliente só vê cartões de fidelidade quando tem vínculo com a empresa ou quando a empresa gerou um cartão para ele.
Ele não vê automaticamente campanhas de todas as empresas do sistema.
Como o cartão nasce
O cartão pode ser criado quando:
- cliente agenda com a empresa;
- cliente compra produto;
- cliente compra pacote;
- cliente faz atendimento;
- empresa adiciona o cliente manualmente;
- cliente escaneia/entra por uma campanha pública da empresa;
- empresa concede acesso ao cliente.
Como o cliente usa
Na carteira do cliente, aparece o cartão da empresa.
Cada ação válida carimba o cartão:
- atendimento concluído;
- compra finalizada;
- sessão usada;
- pacote consumido;
- QR Code ou check-in validado.
A empresa também pode carimbar manualmente pelo scanner, se for o fluxo da recepção.
Quando o cliente ganha
Quando completa a regra da campanha, o cartão muda para status de recompensa disponível.
Exemplo:
- 10 de 10 carimbos
- status: prêmio liberado
- recompensa: “1 hidratação grátis”
Depois a empresa valida o resgate e o cartão fica como concluído.
Se a campanha acabar
Se a empresa encerrar ou deletar a campanha:
- o cliente não perde histórico;
- o cartão aparece como “campanha encerrada”, “concluído” ou “deletado”, dependendo do caso;
- ele não continua recebendo novos carimbos.
Se a empresa não tiver fidelidade no plano
Os clientes daquela empresa não veem nem recebem cartões de fidelidade dessa empresa.
A aba fidelidade da carteira do cliente pode continuar existindo, mas só mostra cartões de empresas com fidelidade ativa e vínculo com o cliente.
Resumo
Campanha é da empresa.
Cartão é do cliente.
Carimbo acontece por evento real.
Recompensa só libera quando a regra é concluída.
Cliente só vê cartões ligados a ele, não campanhas aleatórias do sistema.
A visão do cliente deve respeitar duas camadas:
- O que o app libera globalmente
- O que a empresa contratou no plano dela
Então, no exemplo:
A empresa comprou um plano sem Programa de Fidelidade.
Ela concedeu acesso ao cliente para logar no app.
Esse cliente deve conseguir ver normalmente:
- Início / carteira do cliente
- Agendamentos
- Histórico básico
- Empresas que ele se relaciona
- Chat/conexões, se liberado
- Vitrine/loja, se a empresa tiver
- Convênio, se ele for conveniado
- Pedidos ou pacotes, se a empresa tiver esses módulos
Mas ele não deve ver o cartão de fidelidade daquela empresa, porque a empresa não contratou fidelidade.
A regra boa é: o cliente nunca “compra” o módulo da empresa. Ele só enxerga as funções que a empresa dele tem direito de oferecer.
Exemplo prático:
- Cliente da Empresa A, que tem fidelidade: vê cartão fidelidade da Empresa A.
- Cliente da Empresa B, que não tem fidelidade: não vê fidelidade da Empresa B.
- Se ele for cliente das duas, a tela pode mostrar só os recursos da Empresa A.
O ideal é a carteira do cliente não sumir inteira. Ela deve continuar aberta, mas cada aba/card precisa verificar se existe pelo menos uma empresa vinculada com aquele módulo ativo. Se não existir, a aba fica escondida ou mostra uma mensagem elegante tipo: “Nenhuma empresa conectada oferece este recurso no momento.”